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Acusações entre partidos marcam debate entre os candidatos à Prefeitura de Osasco

15 set

Por: Redação RedeTV!

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Participaram do debate Alexandre Castilho (PSOL), Celso Giglio (PSBD), Délbio Teruel (PTB), Jorge Lapas (PT), Osvaldo Verginio (PSD) e Reinaldo Mota (PMN)

Os candidatos à Prefeitura de Osasco que participaram do debate promovido pela RedeTV! na manhã deste sábado (15) não pouparam acusações e ataques aos partidos de seus adversários. Celso Giglio (PSDB) chegou a afirmar que a impugnação da sua candidatura foi uma “armação do PT”.  O jornalista Kennedy Alencar foi, mais uma vez, o mediador.
Além de Giglio, participaram do debate Alexandre Castilho (PSOL), Délbio Teruel (PTB), Jorge Lapas (PT), Osvaldo Verginio (PSD) e Reinaldo Mota (PMN).

No primeiro bloco, os candidatos fizeram perguntas entre si e não deixaram de alfinetar as últimas gestões da cidade. Ao responder pergunta do candidato Alexandre Castilho (PSOL), Celso Giglio (PSDB) atacou a quantidade de divulgação feita pela administração atual.  “Quanto mais propaganda é feita, mais a cidade vai mal”, disparou. Délbio Teruel (PTB) aproveitou sua discussão com Alexandre Castilho para destacar a ausência de segurança em Osasco. “A Guarda Municipal precisa ser estruturada para poder manter a ordem. Ela também tem que ser melhor remunerada e possuir um plano de carreira”, completou Castilho. As cobranças do candidato Osvado Verginio (PSD) a Jorge Lapas (PT) sobre obras iniciadas e não acabadas na cidade também marcaram a primeira parte do programa. Lapas, que já foi secretário de obras da Prefeitura, pressionado, prometeu finalizar o que está iniciado.
A jornalista Patrícia Zorzan questionou os candidatos no segundo bloco, em ordem definida por sorteio. A primeira questão foi para Jorge Lapas (PT), que substituiu João Paulo Cunha, afastado da disputa por ter sido condenado no julgamento do mensalão. Patrícia questionou sobre o pouco tempo de campanha que Lapas terá para apresentar seus planos. Lapas destacou que apesar de estar concorrendo há pouco tempo, ele possui um projeto grande para a cidade e não é apenas seu nome que está concorrendo, mas sim o partido e o “projeto”.
Celso Giglio (PSDB) foi questionado pela jornalista sobre ter as contas de sua administração reprovadas e ele não ter se enquadrado na lei da “Ficha Limpa”, o que fez com que o TRE-SP impugnasse sua candidatura.  Na resposta, Celso acusou João Paulo Cunha e o PT de terem feito uma “armação” para retirá-lo da disputa. “Fui inocentado pelo Ministério Público e não tenho o que temer. Minha candidatura não está suspensa, está mais forte do que nunca”, completou Giglio. Jorge Lapas (PT) pediu direito de resposta e alegou que a impugnação foi julgada por unanimidade no Tribunal de Contas e não há envolvimento nenhum do PT no caso.
Patrícia perguntou a Osvaldo Virgínio (PSD) sobre como será a estrutura do seu governo. Osvaldo destacou que irá valorizar os funcionários da Prefeitura e irá governar com a ajuda do povo, e não de políticos.  Com Délbio Teruel (PTB), Patrícia Zorzan  discutiu a questão do PTB apoiar tanto o PT quanto o PSDB. Délbio destacou que a “briga” entre os partidos precisa acabar e que pretende “mudar” o jeito de fazer política com a ajuda dos governos estadual e federal. Reinaldo Mota (PMN) teve que responder sobre como irá governar sem apoio de grandes partidos. Mota revelou que vários outros candidatos buscaram junto ao seu partido o apoio, mas eles se mantiveram com o ideal de disputar a Prefeitura com um candidato próprio. “Sou pastor e tenho noções de liderança. Sei o que a cidade precisa”, disse.
Finalizando o segundo bloco, Zorzan perguntou sobre como o candidato Alexandre Castilho (PSOL) pretende governar tendo que, segundo ele, acabar com o inchaço da máquina pública e rever contratos firmados pela Prefeitura. Alexandre disse que irá realizar novos concursos públicos para trazer novos funcionários e acabar com os “cabides de emprego”.  “Vou acabar com cargos políticos e criar novos cargos para médios e professores”, explicou.
No terceiro bloco, os candidatos voltaram a fazer perguntas entre eles. Teruel iniciou perguntando a Osvaldo Vergínio (PSD) sobre ele ter contas rejeitadas quando foi presidente da Câmara de Osasco. Vergínio refutou e disse que nunca teve problemas. “Serei um prefeito ficha limpa”, destacou. Teruel replicou dizendo que possui um documento do Tribunal de Contas onde mostra que Virginio terá que devolver aos cofres públicos mais de 5 milhões de reais. Na tréplica, Virgínio desviou das acusações, sem explicar o documento.
A segunda pergunta foi para Celso Giglio (PSDB). Jorge Lapas (PT) questionou sobre o projeto “Renova Centro”, se Giglio irá mante-lo. O candidato do PSDB criticou a qualidade do material utilizado na calçada desta obra. “Há uma tendência em pintar tudo de vermelho. Temos que rever isso”, alfinetou Giglio. “Se há boas obras da gestão atual, vamos continuar. Mas o que está mal feito, vamos buscar o culpado: a prefeitura ou a empresa que está executando”, finalizou.
Alexandre Castilho (PSOL) fez seu questionamento para Jorge Lapas. A discussão foi sobre a quantidade de dinheiro que está sendo destinado à educação pelo governo atual, mas como não há melhora sendo mostrada por coeficientes como o Ideb. Lapas respondeu destacando as obras que foram realizadas e sobre o investimento na contratação de ONGs. “O analfabetismo caiu de 10% para 3%, temos investido e a cidade está sim melhorando”, disse Lapas.
No último bloco, os candidatos fizeram suas considerações finais e não deixaram de alfinetar seus adversários, citando temas como ‘ficha limpa’ e problemas das últimas gestões.
Celso Giglio (PSDB) que está com sua candidatura impugnada pelo TRE-SP conseguiu uma autorização da justiça e teve sua participação assegurada no debate.

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2 Comentários

Publicado por em 15/09/2012 em Politíca

 

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2 Respostas para “Acusações entre partidos marcam debate entre os candidatos à Prefeitura de Osasco

  1. angelita

    23/09/2012 at 11:27 pm

    gostaria de saber,porque ao inves de construir novos hospitais ou por as ubs 24 horas,eles nao colocam medicos o suficiente para atender a populacao?afinal seria mais construtivo para a cidade ter promocao a saude doque demanda.

     
  2. angelita

    23/09/2012 at 11:34 pm

    porque todos prefeito fazem tantas obras no fim de suas gestao?sera que acham que populacao tem problemas de memoria?

     

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