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Alexandre Castilho quer fazer gestão democrática

30 jun

Postado: Visão Oeste

Leandro Conceição

Foto: Carlos Roberto kaká

446_alexandre_castilho_quer_fazer_gestao_democratica_2012-06-29110911 O PSOL oficializou a candidatura do técnico metalúrgico Alexandre Castilho à Prefeitura de Osasco em convenção que reuniu cerca de 100 pessoas, entre membros do partido, do aliado PCB, e simpatizantes, no domingo, 24, na Câmara Municipal. O vice na chapa é o servidor público e sindicalista Augusto Piva (PCB).
“Orçamento Participativo é fictício”
Em entrevista, Castilho diz que um dos principais objetivos de sua gestão é “de fato garantir uma democracia ampla na cidade”. Para isso, seriam implantados conselhos populares nos bairros e um conselho municipal para definir onde seriam investidos os recursos do orçamento municipal.
“Queremos que o cidadão dite os rumos da administração”, diz o candidato do PSOL, que faz críticas ao Orçamento Participativo (OP), implantado pela atual administração municipal em 2005.
“Hoje o OP é extremamente superficial, só maneja 5% do orçamento municipal. Além disso, as pessoas que participam têm ligações com a Prefeitura ou vereadores. O OP é algo fictício”, avalia.
Educação, saúde e transporte
Alexandre Castilho analisa que a cidade tem crescido economicamente nos últimos anos por estar entre importantes rodovias, como Rodoanel, Anhanguera e Castello Branco. No entanto, ressalta, “apesar do aumento do orçamento, não detectamos melhoras nas áreas da educação, saúde e transporte”.
“Na educação, por exemplo, os recursos estão sendo direcionados a projetos pequenos, de ONGs, que não representam um programa amplo de educação”, critica. “Na saúde, há denúncias de que apenas um profissional atende 11 leitos. Os profissionais ficam sobrecarregados e os pacientes não têm atendimento adequado”.
Para Castilho, a melhora nessas áreas passa pela valorização dos servidores públicos. Ele pretende “diminuir os cargos de confiança e direcionar os recursos [gastos com esses profissionais] para a melhora do sistema”.
Na área do transporte, o candidato critica o preço de R$ 3,00 pela passagem nos ônibus municipais, uma das mais caras do país. “Outro problema é não termos o Bilhete Único, uma promessa de campanha do [prefeito] Emidio [de Souza – PT] que não foi cumprida”.
Campanha modesta
Distante dos rivais João Paulo Cunha (PT), Osvaldo Vergínio (PSD) e Celso Giglio (PSDB) nas pesquisas e com pouca verba para a campanha, o candidato do PSOL diz que o segredo do partido para buscar a vitória nas eleições é a atuação nas redes sociais e o olho no olho com a população.
“Não temos recursos, mas à medida que nossa candidatura for divulgada e conversarmos francamente com a população conseguiremos reverter esse problema”.

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Publicado por em 30/06/2012 em Politíca

 

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